Após a indicação pela FIFA das cidades-sede para a Copa, foi possível priorizar os principais projetos de infraestrutura nas cidades selecionadas. O Governo Brasileiro dividiu o planejamento das ações prioritárias em ciclos, de acordo com o tempo de maturação de cada projeto.

O primeiro ciclo teve como foco a infraestrutura, por se tratarem de projetos de longa duração, com necessidade de início imediato das obras. Enquadraram-se nesse ciclo os projetos ligados a mobilidade urbana, estádios, aeroportos e portos. Para esse grupo, os investimentos programados já foram formalizados pelos diversos entes executores e financiadores envolvidos na Matriz de Responsabilidades.

O segundo ciclo refere-se às ações de infraestrutura e serviços complementares. São ações que tiveram o planejamento iniciado e necessitam de menor prazo para conclusão. Tratam dos temas de segurança, infraestrutura turística, energia, telecomunicações e tecnologia da informação, além de sustentabilidade ambiental e a consolidação de um plano de promoção do país.

O terceiro ciclo trata das ações de operação. São temas que precisam ser planejados antecipadamente, mas que são postos em prática apenas no período próximo às competições, como as operações das malhas aérea, aeroportuária e portuária, de transportes e mobilidade urbana. A operação referente aos temas de saúde e energia também são abordados no terceiro ciclo de planejamento. Além dos projetos de operação, programas específicos de promoção, alinhados ao plano de promoção do país, serão desenvolvidos para aplicação durante o Mundial.