Passeio aprovado: um dia de Copa do Mundo com uma família de Brasília

19/06/2014 - 21:59
Reportagem acompanha o feriado de grupo que foi ao Mané Garrincha assistir a Colômbia x Costa de Marfim

Fotos: Renato Freire/Portal da Copa#Chegada ao Parque da Cidade, deslocamento até a arena, experiência no estádio e saída. Tudo funcionou para a família DantasTranquila, segura e acessível. Foi assim que os integrantes da família Dantas, de Brasília, definiram a estrutura da capital federal para receber os jogos da Copa do Mundo. Nesta quinta-feira (19.06), a reportagem acompanhou o casal Dyogo e Liana e o pai dele, Agjelson, nos trajetos de ida e volta e durante a partida entre Colômbia e Costa do Marfim, no Estádio Nacional Mané Garrincha.

O dia começou às 9h40, quando a família saiu do final da Asa Sul, no Plano Piloto. O objetivo era chegar com antecedência ao local da partida, que começaria às 13h. Foram 10 minutos de trânsito leve até um dos 12 bolsões de estacionamento do Parque da Cidade. “São todos muito bem sinalizados e têm a segurança da Polícia Militar”, elogia Dyogo. A caminhada até a arena durou meia hora.

No fim da manhã, um susto: o empresário descobriu que havia perdido seu tíquete quando se preparava para entrar no estádio. Ele caminhou até o Centro de Distribuição de Ingressos, separado do Mané Garrincha por uma via, comunicou o ocorrido e recebeu, após apresentar comprovantes, uma nova entrada para outro setor. Já na arena, conseguiu ser deslocado para seu lugar original. “Demorou um pouco, mas achei muito bom, pois resolveram meu problema”, conta.

» Mesmo em minoria, marfinenses esbanjam alegria

» Brasília fascina turistas colombianos

» Colômbia vence a Costa do Marfim por 2 x 1

Apesar do imprevisto, Dyogo acomodou-se em seu assento 45 minutos antes do pontapé inicial. No intervalo, voluntários e até torcedores solícitos indicavam os banheiros e lanchonetes em que não havia filas, para facilitar a fluidez do público. “Muitos voluntários usam megafones e dizem para qual lado devemos seguir. É fácil conseguir informações”, explica Agjelson.

Força da torcida

O jogo e o clima do estádio também foram aprovados. A família vibrou com a força da torcida da Colômbia – os sul-americanos venceram por 2 x 1. Após a partida, a saída do Mané Garrincha e a caminhada de volta até o carro transcorreram na mesma tranquilidade. Sem pressa, parando para ir ao banheiro e para conversar com amigos e outros familiares, eles chegaram ao estacionamento em uma hora.

“O dia valeu a pena”, conclui Agjelson, que visitou a arena das duas vezes. A primeira foi no jogo entre Suíça e Equador, quando Liana e Dyogo levaram o filho de dois anos. Ela dá um recado para outras mães. “É tranquilo e seguro levar os filhos para os jogos da Copa”, conta. O casal voltará ao Mané Garrincha para acompanhar outras três partidas do Mundial. A próxima será entre Brasil x Camarões, na segunda-feira (23.06).

Um dia de Copa

Do final da Asa Sul do Plano Piloto até um bolsão de estacionamento do Parque da Cidade (de carro): 10 minutos.

Caminhada do estacionamento até os arredores do Mané Garrincha: 29 minutos.

Fila para entrar no estádio: 6 minutos.

Intervalo (ida ao banheiro e compra de comida): 12 minutos.

Caminhada do estádio até o carro: 59 minutos.

Renato Freire, do Portal da Copa em Brasília

Notícias Relacionadas

Mundial de futebol quebrou recordes históricos e se tornou o evento mais comentado do ano nas redes sociais em todo o mundo
+
Secretário executivo do Ministério do Esporte afirma que o aprendizado adquirido com o Mundial dará melhores condições para o Brasil enfrentar os desafios da preparação do maior evento esportivo do planeta
+
Evento “Copa 2014: legados para o Brasil” mostra resultados econômicos, culturais e de infraestrutura
+